sexta-feira, 31 de outubro de 2008













Serpentinas Museológicas para Artur Barrio

Com Amélia Sampaio e Daniela Mattos


Fotos: Aude Chevalier-Beaumel

sábado, 23 de agosto de 2008

quinta-feira, 15 de maio de 2008











Me & Mi
Da série Livros - Art since 1900
ObjetoPerformance
Fotos: Daniela Mattos
EAV Parque Lage - RJ
2008

sábado, 3 de maio de 2008









“ Sobre a página de um livro ilustrado, não se tem o hábito de prestar atenção a esse pequeno espaço em branco que corre por cima das palavras e por cima dos desenhos, que lhes serve de fronteira comum para incessantes passagens: pois é ali, sobre esses poucos milímetros de alvura, sobre a calma areia da página, que se atam, entre as palavras e as formas, todas as relações de designação, de denominação, de descrição, de classificação.”

Michel Foucault










Abrigos
Escrita fotográfica (série)
2008



Ceci n'est pas un poème
Performance (parte de instalativa)
2006































Sem título
Performance + Experiência relacional
Museu da República - RJ
Fotos: Amélia Sampaio
2006



Bi-cheet'o (não-lugar)
Instalação
École des Beaux-Arts de Montpellier - FR
Foto: Luc Jeneppin
2006



Olympia
Fotografia sobre a performance "Lignée" de Amélia Sampaio
2005



Nous (?!)
Fotografia
2006


Bi-cheet'o - a experiência
Performance
École des Beaux Arts de Montpellier - FR
Participação especial: Axelle Caruzzo + Milan Tutunovic
2006

sexta-feira, 2 de maio de 2008


















Como esquecer o neoconcretismo?
Fotografia (série)
2006/2007/2008



Comment oublier le neoconcretisme? / Como esquecer o neoconcretismo?
Fotografia em sítio específico
Galeria Arena - FR
2005










Procurando histórias sem representações
Ensaio fotogrático
2004




Matin
Ensaio fotográfico
2007

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Um tempo desses que quando você menos percebe, está ali.











Sorrindo.




Bem-humorado e sem nenhum livro de auto-ajuda.
Um tempo bonachão que nem ao menos quer ser feriado.

Na verdade, o homem que deixou de esperar descobriu tal processo ou tal possibilidade íntima quando se viu podendo fazer escolhas, sabendo esperar (por mais paradoxal que isto lhe pareça) e lembrando com alguma parcimônia daquela tal _________ (nada plástica) que as gerações passadas e as vozes de mulheres lhe ofereceram como ensino.

O homem que deixou de esperar finalmente aprendeu a dar adeus da mesma maneira que ‘olás’ no primeiro encontro.

No fundo, talvez tenha conseguido deixar de esperar quando se deu conta que para toda cruz há um grupo de cupins que lhe serve de mote, de molde, de mar, de plataforma de salto em hipertexto.

E assim o sol retomou (mesmo que por átimos de segundos) a consciência natural do seu ritmo não menos natural, de sua ficção inevitável, do seu amor teórico/prático, de sua originalidade primitiva e ontológica...

O homem que deixou de esperar redescobriu o gest(o)ação.

E assim, para além de sua dispersão inata, ele não fez nenhuma revolução, nenhuma cena de cinema, nenhuma foto de novela, nenhuma demonstração estúpida de amor público (e de pouco amor-próprio) e finalmente deixou de ser refém daquele que acreditava amar.



Apenas sorriu e amanheceu e amém.

E lembrou que nunca há nenhuma obrigatoriedade de amanhecer da mesma maneira que dormiu ontem.



21/04/08
Alexandre Sá



Bi-chett'o
Objeto relacional
2004














20m de vento
Performance conjunta
Crioulos de Criação (Alexandre Sá, Amélia Sampaio, Tato Teixeira)
Jardins do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - RJ
2004










Abrigos
Escrita fotográfica (série)
2008










Serpentinas Museológicas para Artur Barrio
Performance conjunta com Amélia Sampaio
Museu de Arte Contemporânea de Niterói - RJ
2003









É arte/Não é arte (Eu sou você amanhã)
Performance conjunta
Alexandre Sá, Marcelo Cucco, Tato Teixeira
Santa Teresa de Portas Abertas (BRFree) + Av. Rio Branco - RJ
2002

quarta-feira, 30 de abril de 2008



























Instalativa 1.0
Instalação
Centro Cultural da UERJ - RJ
2002